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segunda-feira, 24 de junho de 2013

Minha análise sobre os recentes protestos.

O movimento que se formou no Brasil não é de 'esquerda' nem de 'direita'. É da moda. A maior parte das pessoas que participam dele não tem um arcabouço teórico pra encaixar e compreender as dificuldades que encontram na vida, e por isso estão com raiva. Essa raiva foi expressa agora pois as manifestações atingiram massa crítica o suficiente pra essas pessoas terem segurança nos números. Essa massa crítica eu desconfio que foi formada graças a inflação monetária constante e a percepção cada vez maior que existe algum problema sério com o modelo que deveria ter dado certo (social democracia). Uma evidência dessa percepção é a raiva contra os partidos políticos, dirigida aos partidos de 'esquerda' e aos de 'direita'.
Minhas previsões:
  • Alguns líderes do MPL e outros assim percebidos pelo governo irão ganhar verbas vultuosas para suas ONGs.
  • Outros serão trazidos mais perto do poder, e virarão políticos.
  • Os membros da tradicional esquerda irão esvaziar o movimento, pois esse se tornou de massa realmente, e a massa no Brasil é extremamente conservadora socialmente (preconceituosa com negros, homossexuais, mulheres e indígenas). Claro, isso não se traduz em liberalismo econômico.
  • A raiva irá se esfriar, mas o rancor permanecerá, e se tornará cada vez mais profundo com o aumento da inflação, o inchamento de cargos públicos e os serviços públicos cada vez mais estatais e, por consequência, piores.
  • Por causa do item acima, veremos no futuro movimentos mais violentos e provavelmente voltados contra alguma válvula de escape (empresas internacionais, minorias vistas (correta e incorretamente) como privilegiadas, etc)

Minha única sugestão para fugir desses cenários é educação econômica dos indivíduos , mas isso é difícil, e é uma tarefa que cada um tem que realizar por si mesmo.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Good writing is equal to good programming

I just read Zinsser (2010), and I though that his approach has a lot in
common with good programming, and indeed with some good universal design
principles.

Zinsser basically resumes his thoughts with these sentences:



  • Short is better than long.
  • Simple is good. (Louder)
  • Long Latin nouns are the enemy.
  • Anglo-Saxon active verbs are your best friend.
  • One thought per sentence.



I think all of that are equivalent to a combination of these universal
principles of design: William Lidwell (2003):


  1. Accessibility - the principle that asserts that the design should be
    usable by people of diverse backgrounds.

  2. Chunking - accommodates short term memory limits by formatting
    information into small number of units.

  3. Interference effects - when outputs of different mental system
    are incongruent, interference occurs and additional processing is
    required.

  4. Ockham's razor - Oldie but goodie. As Einstein puts it
    Everything should be made as simple as possible, but not simpler.


To close, this little exercise was a great evidence on how writing is simply
to program in a different media for a different audience (or vice versa) but
the same principles apply to both of them.


Bibliography



Jill Butler William Lidwell, Kritina Holden.

Universal Principles of Design.

october 2003.




William Zinsser.

Writing english as a second language.

2010.

URL
http://www.theamericanscholar.org/writing-english-as-a-second-language/.